Portos do Brasil.
O Brasil Empresarial.
Com um litoral de 8.500 quilômetros navegáveis, o Brasil tem um setor portuário muito grande que é responsável por mais de 90% das exportações e importações totais do país. Neste artigo, aprenderemos mais sobre o sistema portuário brasileiro e seus problemas de infraestrutura.
O sistema portuário brasileiro.
Com um litoral de 8.500 quilômetros navegáveis, o setor portuário brasileiro tem um volume de negócios anual de cerca de 700 milhões de toneladas de diversos bens, responsável por mais de 90% das exportações do país.
O sistema portuário brasileiro é administrado pela Secretaria de Portos da Presidência (SEP-PR) do Ministério dos Transportes. O SEP-PR é responsável pela formulação de políticas e implementação de medidas, programas e projetos para apoiar o desenvolvimento de portos marítimos. Também cabe ao SEP / PR participar no planejamento estratégico e na aprovação de planos de concessão, garantindo segurança e eficiência ao transporte marítimo de carga e passageiros.
Dos 34 portos marítimos públicos sob gestão da SEP, 16 são administrados por governos estaduais ou municipais. Os outros 18 são controlados diretamente pelas Empresas Dock, que são sociedades por ações, cujo principal acionista é o Governo Federal. Portanto, eles ainda estão diretamente ligados à Secretaria de Portos.
As Dock Companies ou Companhia Docas que operam no Brasil são:
Os principais problemas do sistema portuário brasileiro.
Desde o início da privatização dos portos brasileiros em 1995, as empresas do arrendatário de terminais de contêineres investiram cerca de US $ 1 bilhão na aquisição de equipamentos modernos, infra-estrutura física, treinamento de mão-de-obra e infra-estrutura.
Em particular, após a injeção de recursos pelo Governo Federal através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a situação com os portos brasileiros começou a melhorar.
Parte das obras de dragagem nos principais portos brasileiros estão agora terminadas. Com o mar mais profundo ao longo da área dos portos, estima-se que cerca de 30% dos navios de todo o mundo que não pudessem encaixar no Brasil antes, agora podem.
Mas o que costumava ser um problema no mar, agora é um problema em terra. Os problemas logísticos de acesso são evidentes, o estrangulamento do acesso dos terminais de contêineres de carga gera períodos improdutivos, que são altamente prejudiciais ao comércio exterior e à atividade financeira no Brasil. É um fato que a rede ferroviária e as estradas nas proximidades dos portos são insuficientes.
Outra preocupação com os portos brasileiros é a burocracia. Além de fazer tudo mais caro, a lentidão nos portos brasileiros inventou uma verdadeira preocupação no mar. Todo navio que chega no país espera pelo menos 5,5 dias para que os bens sejam entregues por agências como o IRS, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, também conhecida como ANVISA, Ministério da Agricultura e Docks. A média mundial é de três dias.
No Brasil, os órgãos responsáveis pelo despacho de mercadorias são executados apenas durante o horário comercial. É o único país entre as principais economias do mundo, que não possui esses serviços disponíveis 24 horas.
Os portos brasileiros mais importantes.
Porto de Santos - SP.
Localizado na cidade de Santos-SP, este porto é o maior do Brasil e um dos mais movimentados da América Latina, atualmente atendendo 26 estados brasileiros. O Porto de Santos é especialmente importante para a economia do estado de São Paulo, cerca de 90% da sua base industrial está localizada em um raio de 200 quilômetros do porto. O porto também é responsável por 28% do comércio exterior brasileiro.
Embora Santos seja o porto mais importante do país, é o que tem o maior número de problemas, especialmente relacionados com a força de trabalho. Os horários de trabalho estão sempre incorretos e sobrecarregam os profissionais. Também os trabalhadores estão constantemente insatisfeitos e, portanto, organizam muitas greves.
Entre os produtos mais comercializados neste porto estão o açúcar, a soja, a carga em contentor, o café, o milho, o trigo, o sal, a polpa de citrinos, o suco de laranja, o papel, os automóveis e o álcool.
Atualmente, o Porto de Santos é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).
Porto de Vitrícia - ES.
Administrado pela Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), o Porto de Vitória está localizado na cidade homônima, capital do estado do Espírito Santo.
O Porto da Vitória é um dos portos brasileiros que carecem de maior investimento em infra-estrutura, especialmente para melhorar o acesso de embarcações maiores. Mas, apesar dos projetos serem esboçados, a construção ainda está inacabada.
A idéia é transformar o complexo portuário da Vitória em uma das principais bases de apoio para a indústria brasileira de petróleo e gás, principalmente por sua proximidade com os centros produtores e com o fato de o complexo Macaà © estar saturado.
Entre os principais produtos que circulam pelo Porto de Vitória, destacam-se produtos siderúrgicos, grãos de café solúvel, cacau, cereais, mármore e granito, ferro, ferro gusa e granel.
Porto de Paranagué - PR.
Porto de Paranaguá é o maior exportador brasileiro de produtos agrícolas agrícolas, com ênfase em soja e farelo de soja. No entanto, o porto está atualmente saturado e não acompanha o crescimento da agricultura brasileira. O porto não possui estrutura para lidar com o atual volume de exportações.
Outro problema relacionado é as rotas de acesso que levam ao porto, onde os caminhões esperam na fila por dias até que eles tenham a oportunidade de enviar. Alguns podem até esperar um mês.
A porta também recebeu várias queixas sobre suas irregularidades quando se trata de conformidade com medidas ambientais e sanitárias.
Como o segundo maior porto brasileiro, recebe principalmente navios dos Estados Unidos, China, Japão, Coréia do Sul e Paraguai.
Porto de Rio Grande - RS.
Privilegiada por suas características geográficas, o Porto de Rio Grande consolidou sua posição como o porto do Cone Sul da América do Sul. O porto é público e administrado pelo governo do estado do Rio Grande do Sul.
Entre as principais commodities exportadas estão soja, farelo de soja, trigo e arroz. Os principais destinos de exportação são a China, Espanha, Holanda, Japão e França. Entre os principais produtos importados estão a uréia, potássio granular, fosfato de cálcio natural e ácido sulfúrico. Nas importações, os principais países de origem são a Argentina, Marrocos, Lituânia, China e os Estados Unidos.
Rio Grande é um dos portos mais desenvolvidos do Brasil com boa logística e projetos de expansão. A porta também é uma das poucas no país que não está saturada, e que tem um longo cais. É por esta razão que os importadores e os exportadores preferem fluir sua produção através do Rio Grande em vez de Paranagué.
Porto de Rio de Janeiro - RJ.
Localizado na costa ocidental da famosa Baia de Guanabara, o Porto de Rio de Janeiro é administrado pela Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Os problemas logísticos de acesso ao porto do Rio de Janeiro são evidenciados pela falta de manutenção das estradas, a falta de canais de acesso secundário e de um plano que envolve a obtenção de um fluxo de carga mais limpo, má distribuição das ferrovias, falta de investimento em infra-estrutura e "falta de vontade política" para possibilitar um projeto que aborda os estrangulamentos de logística que são rotas comuns de acesso aos terminais de contêineres no porto do Rio de Janeiro.
Apesar de todos os problemas mencionados, o Rio de Janeiro é um dos portos mais movimentados do país em termos de valor de bens e tonelagem. Minério de ferro, manganês, carvão, trigo, petróleo e gás são os principais produtos descartados.
Porto de Itajaí - SC.
Este porto é administrado pelo Superintendente do Porto de Itajaí, autoridade local da cidade de Itajai, no estado de Santa Catarina. Os principais produtos exportados são madeira, pisos cerâmicos, máquinas, açúcar, papel e tabaco. As principais importações são o trigo, produtos químicos, motores, têxteis, papel, frango e pavimentos cerâmicos.
O grande problema sobre Itajaà é as inundações constantes que ocorrem na região, trazendo dificuldades para sua dinâmica de trabalho e precisando reconstruir e reformar de vez em quando. Além disso, as rotas de acesso à porta estão atualmente saturadas.
Porto de Sasso Sebastião - SP.
Atualmente administrado pela Companhia Docas de São Sebastião, este porto foi criado com a intenção de aliviar o trânsito no Porto de Santos.
À medida que o Porto de Santos fica cada vez mais saturado, a necessidade de transferir parte de seus embarques para o porto de São Sebastião é evidente. É por isso que existe um projeto para ampliar Súo Sebastião, que está atualmente aguardando aprovação de algumas autoridades. A situação gerou uma paralisação entre ambientalistas, políticos e investidores, pois a construção causará danos ao meio ambiente e à população local.
Os principais produtos de importação são carbonato de sódio, sulfato de sódio, malte, cevada, trigo, produtos de aço, máquinas e equipamentos, bobinas de arame de aço e carga geral. Os principais produtos exportados, por sua vez, são: veículos, peças, máquinas e equipamentos, produtos siderúrgicos e carga geral.
Porto de Itaqui - MA.
Administrado pela Companhia da Administração Portuária de Maranhão (Emap), o Porto de Itaqui está localizado na cidade de SÃoo Lu, capital do estado norte de Maranhô.
A partir desta porta são descarregados os seguintes produtos: produtos petrolíferos, fertilizantes, carga geral, arroz, trigo, GLP, óleo vegetal, trilhos, antracite e muitos projetos. Os produtos exportados são alumínio, cobre, etanol, ferro gusa, farelo de soja, minério de manganês e soja.
Embora esteja localizado em uma área estratégica do país e recebendo muito investimento, Itaqui está em um estado terrível, sem muitas reformas em sua estrutura.
Porto de Aratu - BA.
Localizado na cidade de Candeias, na região conhecida como Baía de Todos os Santos, o Porto de Aratu é de grande importância para a economia do estado da Bahia. O porto é administrado pela Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba).
O Porto de Aratu recebe e drena a produção industrial da Bahia, a maioria proveniente do Complexo Nordeste de Camaçari. Os principais produtos que circulam no porto são o transporte de gasolina, enxofre, amônia, nafta, fertilizante, concentrado de cobre e carvão.
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(Albuquerque, NM) - A reforma tributária está se configurando para ser uma questão principal durante a sessão legislativa de 2018. A Fundação Rio Grande apoiou o conceito básico de redução de taxas e remoção de isenções do imposto sobre recebimentos brutos (GRT) conforme descrito pelo representante Jason Harper.
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Com um litoral de 8.500 quilômetros navegáveis, o Brasil tem um setor portuário muito grande que é responsável por mais de 90% das exportações e importações totais do país. Neste artigo, aprenderemos mais sobre o sistema portuário brasileiro e seus problemas de infraestrutura.
O sistema portuário brasileiro.
Com um litoral de 8.500 quilômetros navegáveis, o setor portuário brasileiro tem um volume de negócios anual de cerca de 700 milhões de toneladas de diversos bens, responsável por mais de 90% das exportações do país.
O sistema portuário brasileiro é administrado pela Secretaria de Portos da Presidência (SEP-PR) do Ministério dos Transportes. O SEP-PR é responsável pela formulação de políticas e implementação de medidas, programas e projetos para apoiar o desenvolvimento de portos marítimos. Também cabe ao SEP / PR participar no planejamento estratégico e na aprovação de planos de concessão, garantindo segurança e eficiência ao transporte marítimo de carga e passageiros.
Dos 34 portos marítimos públicos sob gestão da SEP, 16 são administrados por governos estaduais ou municipais. Os outros 18 são controlados diretamente pelas Empresas Dock, que são sociedades por ações, cujo principal acionista é o Governo Federal. Portanto, eles ainda estão diretamente ligados à Secretaria de Portos.
As Dock Companies ou Companhia Docas que operam no Brasil são:
Os principais problemas do sistema portuário brasileiro.
Desde o início da privatização dos portos brasileiros em 1995, as empresas do arrendatário de terminais de contêineres investiram cerca de US $ 1 bilhão na aquisição de equipamentos modernos, infra-estrutura física, treinamento de mão-de-obra e infra-estrutura.
Em particular, após a injeção de recursos pelo Governo Federal através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a situação com os portos brasileiros começou a melhorar.
Parte das obras de dragagem nos principais portos brasileiros estão agora terminadas. Com o mar mais profundo ao longo da área dos portos, estima-se que cerca de 30% dos navios de todo o mundo que não pudessem encaixar no Brasil antes, agora podem.
Mas o que costumava ser um problema no mar, agora é um problema em terra. Os problemas logísticos de acesso são evidentes, o estrangulamento do acesso dos terminais de contêineres de carga gera períodos improdutivos, que são altamente prejudiciais ao comércio exterior e à atividade financeira no Brasil. É um fato que a rede ferroviária e as estradas nas proximidades dos portos são insuficientes.
Outra preocupação com os portos brasileiros é a burocracia. Além de fazer tudo mais caro, a lentidão nos portos brasileiros inventou uma verdadeira preocupação no mar. Todo navio que chega no país espera pelo menos 5,5 dias para que os bens sejam entregues por agências como o IRS, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, também conhecida como ANVISA, Ministério da Agricultura e Docks. A média mundial é de três dias.
No Brasil, os órgãos responsáveis pelo despacho de mercadorias são executados apenas durante o horário comercial. É o único país entre as principais economias do mundo, que não possui esses serviços disponíveis 24 horas.
Os portos brasileiros mais importantes.
Porto de Santos - SP.
Localizado na cidade de Santos-SP, este porto é o maior do Brasil e um dos mais movimentados da América Latina, atualmente atendendo 26 estados brasileiros. O Porto de Santos é especialmente importante para a economia do estado de São Paulo, cerca de 90% da sua base industrial está localizada em um raio de 200 quilômetros do porto. O porto também é responsável por 28% do comércio exterior brasileiro.
Embora Santos seja o porto mais importante do país, é o que tem o maior número de problemas, especialmente relacionados com a força de trabalho. Os horários de trabalho estão sempre incorretos e sobrecarregam os profissionais. Também os trabalhadores estão constantemente insatisfeitos e, portanto, organizam muitas greves.
Entre os produtos mais comercializados neste porto estão o açúcar, a soja, a carga em contentor, o café, o milho, o trigo, o sal, a polpa de citrinos, o suco de laranja, o papel, os automóveis e o álcool.
Atualmente, o Porto de Santos é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).
Porto de Vitrícia - ES.
Administrado pela Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), o Porto de Vitória está localizado na cidade homônima, capital do estado do Espírito Santo.
O Porto da Vitória é um dos portos brasileiros que carecem de maior investimento em infra-estrutura, especialmente para melhorar o acesso de embarcações maiores. Mas, apesar dos projetos serem esboçados, a construção ainda está inacabada.
A idéia é transformar o complexo portuário da Vitória em uma das principais bases de apoio para a indústria brasileira de petróleo e gás, principalmente por sua proximidade com os centros produtores e com o fato de o complexo Macaà © estar saturado.
Entre os principais produtos que circulam pelo Porto de Vitória, destacam-se produtos siderúrgicos, grãos de café solúvel, cacau, cereais, mármore e granito, ferro, ferro gusa e granel.
Porto de Paranagué - PR.
Porto de Paranaguá é o maior exportador brasileiro de produtos agrícolas agrícolas, com ênfase em soja e farelo de soja. No entanto, a porta está atualmente saturada e não acompanha o crescimento da agricultura brasileira. O porto não possui estrutura para lidar com o atual volume de exportações.
Outro problema relacionado é as rotas de acesso que levam ao porto, onde os caminhões esperam na fila por dias até que eles tenham a oportunidade de enviar. Alguns podem até esperar um mês.
A porta também recebeu várias queixas sobre suas irregularidades quando se trata de conformidade com medidas ambientais e sanitárias.
Como o segundo maior porto brasileiro, recebe principalmente navios dos Estados Unidos, China, Japão, Coréia do Sul e Paraguai.
Porto de Rio Grande - RS.
Privilegiada por suas características geográficas, o Porto de Rio Grande consolidou sua posição como o porto do Cone Sul da América do Sul. O porto é público e administrado pelo governo do estado do Rio Grande do Sul.
Entre as principais commodities exportadas estão soja, farelo de soja, trigo e arroz. Os principais destinos de exportação são a China, Espanha, Holanda, Japão e França. Entre os principais produtos importados estão a uréia, potássio granular, fosfato de cálcio natural e ácido sulfúrico. Nas importações, os principais países de origem são a Argentina, Marrocos, Lituânia, China e os Estados Unidos.
Rio Grande é um dos portos mais desenvolvidos do Brasil com boa logística e projetos de expansão. A porta também é uma das poucas no país que não está saturada, e que tem um longo cais. É por esta razão que os importadores e os exportadores preferem fluir sua produção através do Rio Grande em vez de Paranagué.
Porto de Rio de Janeiro - RJ.
Localizado na costa ocidental da famosa Baia de Guanabara, o Porto de Rio de Janeiro é administrado pela Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Os problemas logísticos de acesso ao porto do Rio de Janeiro são evidenciados pela falta de manutenção das estradas, a falta de canais de acesso secundário e de um plano que envolve a obtenção de um fluxo de carga mais limpo, má distribuição das ferrovias, falta de investimento em infra-estrutura e "falta de vontade política" para possibilitar um projeto que aborda os estrangulamentos de logística que são rotas comuns de acesso aos terminais de contêineres no porto do Rio de Janeiro.
Apesar de todos os problemas mencionados, o Rio de Janeiro é um dos portos mais movimentados do país em termos de valor de bens e tonelagem. Minério de ferro, manganês, carvão, trigo, petróleo e gás são os principais produtos descartados.
Porto de Itajaí - SC.
Este porto é administrado pelo Superintendente do Porto de Itajaí, autoridade local da cidade de Itajai, no estado de Santa Catarina. Os principais produtos exportados são madeira, pisos cerâmicos, máquinas, açúcar, papel e tabaco. As principais importações são o trigo, produtos químicos, motores, têxteis, papel, frango e pavimentos cerâmicos.
O grande problema sobre Itajaà é as inundações constantes que ocorrem na região, trazendo dificuldades para sua dinâmica de trabalho e precisando reconstruir e reformar de vez em quando. Além disso, as rotas de acesso à porta estão atualmente saturadas.
Porto de Sasso Sebastião - SP.
Atualmente administrado pela Companhia Docas de São Sebastião, este porto foi criado com a intenção de aliviar o trânsito no Porto de Santos.
À medida que o Porto de Santos fica cada vez mais saturado, a necessidade de transferir parte de seus embarques para o porto de São Sebastião é evidente. É por isso que existe um projeto para ampliar Súo Sebastião, que está atualmente aguardando aprovação de algumas autoridades. A situação gerou uma paralisação entre ambientalistas, políticos e investidores, pois a construção causará danos ao meio ambiente e à população local.
Os principais produtos de importação são carbonato de sódio, sulfato de sódio, malte, cevada, trigo, produtos de aço, máquinas e equipamentos, bobinas de arame de aço e carga geral. Os principais produtos exportados, por sua vez, são: veículos, peças, máquinas e equipamentos, produtos siderúrgicos e carga geral.
Porto de Itaqui - MA.
Administrado pela Companhia da Administração Portuária de Maranhão (Emap), o Porto de Itaqui está localizado na cidade de SÃoo Lu, capital do estado norte de Maranhô.
A partir desta porta são descarregados os seguintes produtos: produtos petrolíferos, fertilizantes, carga geral, arroz, trigo, GLP, óleo vegetal, trilhos, antracite e muitos projetos. Os produtos exportados são alumínio, cobre, etanol, ferro gusa, farelo de soja, minério de manganês e soja.
Embora esteja localizado em uma área estratégica do país e recebendo muito investimento, Itaqui está em um estado terrível, sem muitas reformas em sua estrutura.
Porto de Aratu - BA.
Localizado na cidade de Candeias, na região conhecida como Baía de Todos os Santos, o Porto de Aratu é de grande importância para a economia do estado da Bahia. O porto é administrado pela Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba).
O Porto de Aratu recebe e drena a produção industrial da Bahia, a maioria proveniente do Complexo Nordeste de Camaçari. Os principais produtos que circulam no porto são o transporte de gasolina, enxofre, amônia, nafta, fertilizante, concentrado de cobre e carvão.
Torne-se parte de.
O Brasil Empresarial.
Direitos autorais e cópia; 2008 - 2017, The Brazil Business - Todos os direitos reservados.
Sistema de aqüífero Rio Grande.
Identificação_Informação Data_Qualidade_Informação Spatial_Data_Organization_Information Spatial_Reference_Information Entity_and_Attribute_Information Distribution_Information Metadata_Reference_Information Identification_Information: Citation: Citation_Information: Originator: US Geological Survey Publication_Date: 2000 Título: Rio Grande aquifer system Edição: Versão 1.0, 24 de novembro de 1999 Geospatial_Data_Presentation_Form: dados digitais vetoriais Series_Information: Series_Name: Ground Water Atlas of the United States Issue_Identification: USGS HA-730 Publication_Information: Publication_Place: Reston, VA Publisher: US Geological Survey Descrição: Resumo: Este conjunto de dados representa a extensão do sistema de aqüífero Rio Grande nos estados do Colorado, Novo México e Texas. Objetivo: esses dados delineam a extensão do sistema de aqüífero do Rio Grande, conforme definido no "Atlas de Águas Subterrâneas dos Estados Unidos" (U. S. Geological Survey HA 730). A escala do material de origem é 1: 2.500.000 e esses dados não se destinam a ser usados em uma escala maior. Informações suplementares: a justaposição de aqüíferos mapeados regionalmente levou a alguns casos em que um afloramento de aqüífero ou um sub-campo raso é delimitado por uma linha estadual. Isso é resultado do mapeamento regional e dos métodos nacionais de categorização utilizados e não implica implicar uma mudança hidrogeológica coincidente com um limite do Estado.
Os comentários sobre os nomes dos aqüíferos ou a interpretação hidrogeológica dos aqüíferos podem ser direcionados ao US Geological Survey, Water Resources Division, Office of Ground Water, ogw_webmasterusgs. gov, (703) 648-5001.
O mapa de aqüíferos principais de âmbito nacional, citado como uma fonte completa ou parcial, refere-se a um conjunto de dados publicado em 1: 2.500.000 e a um mapa derivado impresso em 1: 5.000.000.
Qualquer uso de nomes comerciais, de produtos ou de firmas é apenas para fins descritivos e não implica aprovação pelo Governo dos EUA.
Embora este arquivo de metadados compatível com o Comitê de Dados Geográficos da Federação Federal destina-se a documentar o conjunto de dados em forma não proprietária, bem como no formato ARC / INFO, este arquivo de metadados pode incluir alguma terminologia ARC / INFO específica. Time_Period_of_Content: Time_Period_Information: Single_Date / Hora: Calendar_Date: 1998 Currentness_Reference: Data de publicação Estado: Progresso: Em Maintenance_and_Update_Frequency trabalho: Como necessários Spatial_Domain: Bounding_Coordinates: West_Bounding_Coordinate: -117,689928 East_Bounding_Coordinate: -106.569668 North_Bounding_Coordinate: 48.734584 South_Bounding_Coordinate: 27.624999 Palavras-chave: Tema: Theme_Keyword: aquífero Theme_Keyword: extensão Theme_Keyword: groundwater Lugar: Place_Keyword: United States Place_Keyword: Central Place_Keyword: Colorado Place_Keyword: New Mexico Place_Keyword: Texas Access_Constraints: None. O reconhecimento do US Geological Survey seria apreciado em produtos derivados desses dados. Use_Constraints: esses dados não devem ser usados em escalas superiores a 1: 2.500.000.
A seleção do polígono do aqüífero também pode resultar na seleção de polígonos não-aquíferos (AQ_CODE = 999) dentro da extensão do aqüífero. Point_of_Contact: Contact_Information: Contact_Organization_Primary: Contact_Organization: US Geological Survey Contact_Person: Chief, Cartography and Publishing Program Contact_Address: Address_Type: endereço postal e endereço físico Endereço: 505 Science Dr Cidade: Madison State_or_Province: WI Postal_Código: 53711 País: EUA Contact_Voice_Telephone: (608) 238 -9333 Contact_Facsimile_Telephone: (608) 238-9334 Native_Data_Set_Environment: Windows NT Versão 4.0 (Build 1381) Service Pack 6; ESRI ArcInfo 8.1.0.415 Cross_Reference: Citation_Information: Originator: US Geological Survey Publication_Date: 1999 Título: Principal Aquifers map, Edition 1.0 Geospatial_Data_Presentation_Form: map Series_Information: Series_Name: Atlas Nacional dos Estados Unidos da América Issue_Identification: National Atlas product Publication_Information: Publication_Place: Reston , VA: US Geological Survey Online_Linkage: & lt; nationalatlas. gov/> Cross_Reference: Citation_Information: Originator: US Geological Survey Publication_Date: 1989-99 Título: Atlas de águas subterrâneas dos Estados Unidos Geospatial_Data_Presentation_Form: map Series_Information: Series_Name: Atlas de investigações hidrológicas Issue_Identification: HA 730 Publication_Information: Publication_Place: Reston, VA Publisher: US Geological Survey, Divisão de Recursos Hídricos Online_Linkage: & lt; pubs. usgs. gov/ha/ha730/> Data_Quality_Information: Attribute_Accuracy: Attribute_Accuracy_Report: os dados de origem foram verificados usando os procedimentos de revisão padrão do USGS. Os atributos foram verificados ao traçar a cobertura e selecionar novamente para os diferentes valores. Logical_Consistency_Report: Polygon e chain - = topologia do nó presente. Todo polígono possui uma etiqueta. Isso foi verificado usando o comando labelerror e o comando idedit. Reencaminhamento: a extensão é baseada nas melhores fontes impressas disponíveis sobre o assunto das extensões do aqüífero. Existe o potencial de que melhores dados estejam disponíveis no nível local. Precisão de Positional: Horizontal_Positional_Accuracy: Horizontal_Positional_Accuracy_Report: Todas as linhas digitalizadas quando plotadas em 0.05 & quot; estavam dentro do peso da linha de compilação. Linha: Origem_Informação: Origem_Cação: Citação_Informação: Originador: US Geological Survey Publication_Date: 1998 Título: Principle Aquifer Data set Geospatial_Data_Presentation_Form: data Series_Information: Series_Name: Atlas Nacional dos Estados Unidos da América Issue_Identification: National Atlas product Publication_Information: Publication_Place: Reston, VA Publisher : US Geological Survey Source_Scale_Denominator: 2500000 Type_of_Source_Media: arquivo digital Source_Contribution: Origem fornecida a localização da linha de extensão do aquifer Process_Step: Process_Description: a.) Nomes de ancoragem e toda ou parte da linha de afloramento mostrada no mapa Nationwide 'Principal Aquifer' (Miller, James A., 1998), foram utilizados com a extensão de cada aqüífero dos vários capítulos do "Atlas de águas subterrâneas dos Estados Unidos" para criar essa cobertura. A maior fonte de mapa de escala disponível foi usada. Onde a linha que define a extensão do aqüífero é igual ao afloramento, os dados foram copiados do conjunto de dados Principal Aquifers. Caso contrário, os dados foram rastreados de 1: 7.500.000, 1: 5.000.000, ou 1: 2.500.000 fontes de mapa de escala em um material base estável. Onde a extensão foi definida por um limite de estado ou litoral, uma base digital USGS padrão do mesmo limite de estado de escala ou litoral foi usada como fonte.
(As seguintes etapas foram feitas usando ARC / INFO 7.2.1 no Data General AViiON UNIX. Grande parte da terminologia usada será específica para ARC / INFO).
b.) As linhas de extensão do aquifer foram digitalizadas em ARCEDIT usando USGStolerances padrão. Após a digitalização, um rascunho de verificação foi criado e revisado contra o mapa traçado. Se uma linha estava localizada mais de um peso de linha (0,05 ") da fonte digitalizada, ela foi corrigida durante uma sessão ARCEDIT.
c.) Using the TRANSFORM command, the coverage containing the digitized, aquifer extent lines was combined with the coverage containing registration tics, was rubbersheeted from geographic to Albers Equal-Area Conic projection. An RMS error of less than 0.004 was accepted. If it was greater than 0.004 the location and values of the lat/long points were verified. Following this transformation, any aquifer lines from the aquifer extent coverage coincidental to aquifer lines from the 'Principal Aquifers' map data set were copied from the 'Principal Aquifers' map data set and put into the aquifer extent coverage.
The aquifer extent coverage was cleaned, the topology was built, and labels were added.
d.) Four items were added to the. PAT file: AQ_NAME (60 65 C) AQ_CODE (4 5 I), ROCK_NAME (40 45 C), ROCK_TYPE (4 5 I). ROCK_NAME comes from the Principal Aquifers Data set, 1998. The first digit of the three digit aq_code, refers to aquifer lithology.
100 series are numbers for unconsolidated sand and gravel aquifers 200 series are numbers for semiconsolidated sand aquifers 300 series are numbers for sandstone aquifers 400 series are numbers for carbonate-rock aquifers 500 series are numbers for sandstone and carbonate-rock aquifers 600 series are numbers for volcanic-rock aquifers 999 is given for non aquifer islands inside aquifer polygons.
e.) The following items were verified: --Digitizing RMS error (below 0.005) --Transformation RMS error (below 0.004) --Arcs match the traced mylar (no gaps between the plot and the compilation) --Arc and polygon topology exists --Coverage has a coordinate system defined --Attributes aq_name and aq_code have been added and populated correctly --Necessary files exist to redo any step Process_Date: 19970331 Process_Step: Process_Description: This step was done on an NT workstation. After plotting the extent at 1:2,000,000, the lines were checked with the documented sources. If needed, the lines were corrected to better represent the source data. This process may have included one or more of the following steps: --Reshaping the arc --Replacing the arc from the outcrop data, --Digitizing new lines polygons --Deleting polygons. Process_Date: 19991118 Process_Step: Process_Description: Due to a computer problem final corrected files were lost, however hard copy plots of those files were retained. This file was recreated from those plots using a similar process to that described above. Where extent lines were equal to the outcrop, data were extracted from the Principal Aquifers Data Set. Otherwise data were digitized from the retained hard copy plots using the same tolerances and software described above. A check plot was created and compared to the hard copy plot. Significant deviations, greater than approximately a line weight (0.005"), were corrected using ARCEDIT. Data were reviewed internally to assure compliance with original sources. Process_Date: 20000712 Process_Step: Process_Description: First draft of metadata created by J. M. Watermolen using FGDCMETA. AML ver.1.32 01/11/99 on ARC/INFO data set. Process_Date: 19991118 Process_Step: Process_Description: Documentation edited by S. M. Last, based on informal reviews. Process_Date: 20000107 Process_Step: Process_Description: Documentation updated by J. J. Skalet based on internal review. Process_Date: 20010503 Spatial_Data_Organization_Information: Direct_Spatial_Reference_Method: Vector Point_and_Vector_Object_Information: SDTS_Terms_Description: SDTS_Point_and_Vector_Object_Type: Complete chain Point_and_Vector_Object_Count: 61 SDTS_Terms_Description: SDTS_Point_and_Vector_Object_Type: Entity point Point_and_Vector_Object_Count: 6 SDTS_Terms_Description: SDTS_Point_and_Vector_Object_Type: GT-polygon composed of chains Point_and_Vector_Object_Count: 36 SDTS_Terms_Description: SDTS_Point_and_Vector_Object_Type: Point Point_and_Vector_Object_Count: 2993 Spatial_Reference_Information: Horizontal_Coordinate_System_Definition: Planar: Map_Projection: Map_Projection_Name: Albers Conical Equal Area Albers_Conical_Equal_Area: Standard_Parallel: 29.500000 Standard_Parallel: 45.500000 Longitude_of_Central_Meridian: -96.000000 False_Easting: 0.000000 False_Northing: 0.000000 Planar_Coordinate_Information: Planar_Coordinate_Encoding_Method: coordinate pair Coordinate_Representation: Abscissa_Resolution: 0.004096 Ordinate_Resolution: 0.004096 Planar_Distance_Units: meters Geodetic_Model: Horizontal_Datum_Name: North American Datum of 1983 Ellipsoid_Name: Geodetic Reference System 80 Semi-major_Axis: 6378137.000000 Denominator_of_Flattening_Ratio: 298.257222 Entity_and_Attribute_Information: Detailed_Description: Entity_Type: Entity_Type_Label: RIOGRANDE_EXT. AAT Entity_Type_Definition: Line attributes Entity_Type_Definition_Source: U. S. Geological Survey Attribute: Attribute_Label: LNTYPE Attribute_Definition: The line category Attribute_Definition_Source: U. S. Geological Survey Attribute_Domain_Values: Enumerated_Domain: Enumerated_Domain_Value: 1 Enumerated_Domain_Value_Definition: coastline or international boundary Enumerated_Domain_Value_Definition_Source: U. S. Geological Survey Enumerated_Domain: Enumerated_Domain_Value: 2 Enumerated_Domain_Value_Definition: interior aquifer contact line Enumerated_Domain_Value_Definition_Source: U. S. Geological Survey Detailed_Description: Entity_Type: Entity_Type_Label: RIOGRANDE_EXT. PAT Entity_Type_Definition: Polygon attributes Entity_Type_Definition_Source: U. S. Geological Survey Attribute: Attribute_Label: ROCK_NAME Attribute_Definition: General lithology of the rocks that make up the aquifer Attribute_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Attribute_Domain_Values: Enumerated_Domain: Enumerated_Domain_Value: Unconsolidated sand and gravel aquifers Enumerated_Domain_Value_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Attribute: Attribute_Label: ROCK_TYPE Attribute_Definition: Code for rock name Attribute_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Attribute_Domain_Values: Enumerated_Domain: Enumerated_Domain_Value: 100 Enumerated_Domain_Value_Definition: Unconsolidated sand and gravel aquifers Enumerated_Domain_Value_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Attribute: Attribute_Label: AQ_NAME Attribute_Definition: Name of the aquifer Attribute_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Attribute_Domain_Values: Enumerated_Domain: Enumerated_Domain_Value: Rio Grande aquifer system Enumerated_Domain_Value_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Attribute: Attribute_Label: AQ_CODE Attribute_Definition: Numeric code for a particular aquifer Attribute_Definition_Source: Derived to help manage the data when numerous aquifers are aggregated Attribute_Domain_Values: Enumerated_Domain: Enumerated_Domain_Value: 102 Enumerated_Domain_Value_Definition: Rio Grande aquifer system Enumerated_Domain_Value_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Enumerated_Domain: Enumerated_Domain_Value: 999 Enumerated_Domain_Value_Definition: Code for aquifer absent Enumerated_Domain_Value_Definition_Source: Principal Aquifers Data set, 1998 Overview_Description: Distribution_Information: Distributor: Contact_Information: Contact_Organization_Primary: Contact_Organization: U. S. Geological Survey Contact_Position: Water Webserver Team Contact_Address: Address_Type: mailing and physical address Address: 12201 Sunrise Valley Drive, MS 440 City: Reston State_or_Province: VA Postal_Code: 20192 Country: USA Contact_Voice_Telephone: (800) 426-9000 Contact_Electronic_Mail_Address: h2oteamusgs. gov Distribution_Liability: Although these data have been used by the U. S. Geological Survey, U. S. Department of the Interior, no warranty expressed or implied is made by the U. S. Geological Survey as to the accuracy of the data.
The act of distribution shall not constitue any such warranty, and no responsibility is assumed by the U. S. Geological Survey in the use of this data, software, or related materials. Standard_Order_Process: Digital_Form: Digital_Transfer_Information: Format_Name: ARC export File_Decompression_Technique: WinZip Transfer_Size: 0.087 Digital_Transfer_Option: Online_Option: Computer_Contact_Information: Network_Address: Network_Resource_Name: Access_Instructions: www Metadata_Reference_Information: Metadata_Date: 20010503 Metadata_Contact: Contact_Information: Contact_Organization_Primary: Contact_Organization: U. S. Geological Survey Contact_Person: Chief, Cartography and Publishing Programs Contact_Address: Address_Type: mailing and physical address Address: 505 Science Dr City: Madison State_or_Province: WI Postal_Code: 53711 Country: USA Contact_Voice_Telephone: (608) 238-9333 Contact_Facsimile_Telephone: (608) 238-9334 Metadata_Standard_Name: FGDC Content Standards for Digital Geospatial Metadata Metadata_Standard_Version: FGDC-STD-001-1998 Metadata_Time_Convention: local time Metadata_Extensions: Online_Linkage: <esri/metadata/esriprof80.html> Profile_Name: ESRI Metadata Profile Generated by mp version 2.4.38 on Mon May 07 10:49:24 2001.
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